Coletiva reúne artistas contemporâneos no Museu de Arte Sacra de São Paulo

Coletiva reúne artistas contemporâneos no Museu de Arte Sacra de São Paulo

Escrito em 29/06/2021

A exposição intitulada "Esperança" traz 54 obras que são acompanhadas, cada uma, por um texto crítico assinado por curadores convidados
Obra de Moisés Patricio

Abriu no Museu de Arte Sacra de São Paulo(MAS/SP), a segunda exposição que o projeto LUZ Contemporânea apresenta na instituição. A exposição Esperança, que tem curadoria de Simon Watson, apresenta 54 obras produzidas por 12 artistas e fica em cartaz até 22 de agosto. São eles Ana Júlia Vilela, Andrey Rossi, Desali, Enivo, João Trevisan, Leandro Júnior, Lidia Lisbôa, Mag Magrela, Moisés Patrício, Paulo Nazareth, Thiago Rocha Pitta, Yasmin Guimarães. Para o curador, “vista pelas lentes de diversas práticas artísticas contemporâneas, Esperança é uma observação curatorial caleidoscópica buscando resposta aos meses de pandemia”. 

Cada artista participante teve um texto curatorial especialmente encomendado a curadores e críticos de arte para falar sobre suas obras: Thierry Freitas, Márcio Harum, Fernando Mota, Carlo McCormick, André Vechi, Jackson Gleize, Mirella Maria, Gabriela Longman, Guilherme Teixeira, Janaina Barros, Ulisses Carrilho e Carollina Lauriano.

Obra de Thiago Rocha Pitta

Os trabalhos apresentados estão em diversos formatos e foram desenvolvidos em várias técnicas. Eles são bidimensionais, tridimensionais e tecnológicos e podem estar em aquarelas, pinturas, grafitti, esculturas, fotografias e vídeo performances, estão dispostos na sala de exposições temporárias do MAS/SP bem como em seu jardim interno.

O curador explica que a iniciativa em convidar outros curadores para escrever sobre os artistas se deu porque seu engajamento e paixão pela cena cultural brasileira contemporânea: “Estou muito impressionado com a nova onda de curadores e críticos de arte brasileiros que, por conta própria, estão forjando uma nova versão da história da arte, vista por meio de perspectivas novas e variadas. Fazendo perguntas provocativas sobre quem está faltando e porque, sua investigação enérgica está provocando e apoiando artistas e diversas práticas artísticas. Meu interesse por esta nova onda levou-me a convidar profissionais das artes para fazerem ensaios para cada um dos 12 artistas de Esperança“.