ARTEQUEACONTECE
09Set
David La Chapelle no Fotografiska
281 Park Ave S Manhattan
Set 9 - Jan 8
“Make believe” é a primeira grande retrospectiva em um museu na América do Norte de David La Chapelle, um dos fotógrafos mais criativos e influentes da atualidade. Com mais de 150 obras, a curadoria traz a marca registrada do artista, que borra as fronteiras entre a realidade e a fantasia. Obras icônicas, como “Mary Magdalene Abiding Lamentation” (2018), com Kim Kardashian no papel da famosa personagem bíblica, dividem o espaço expositivo com novas criações do artista.
Instalação David Hammons no Whitney Museum of American Art
99 Gansevoort St Manhattan
Mar 17 - Out 11
O Whitney, em colaboração com o Hudson River Park , desenvolveu um projeto de arte pública permanente de David Hammons (n. 1943). Intitulada Day's End (2014–21), esta instalação monumental está localizada no Hudson River Park ao longo da margem sul da Península de Gansevoort, em frente ao Museu.
Bernd & Hilla Becher no Met
1000 5th Ave Manhattan
Jul 15 - Nov 6
A retrospectiva póstuma celebra a obra do casal precursor da fotografia arquitetônica alemã e é a primeira organizada com pleno acesso à coleção pessoal de materiais de trabalho e ao abrangente arquivo dos artistas. Os renomados alemães Bernd e Hilla Becher (1931-2007; 1934-2015) mudaram o curso da fotografia do final do século 20. Trabalhando como um raro casal de artistas, se concentraram em um único assunto: o desaparecimento da arquitetura industrial da Europa Ocidental e da América do Norte que alimentou a era moderna.
Maria Klabin na Nara Roesler NY
511 W 21st St Manhattan
Set 7 - Out 15
"Maria Klabin: liquid air" é a primeira individual da artista brasileira nos Estados Unidos. Com curadoria de Luis Pérez-Oramas, a mostra apresenta ao público norte-americano o trabalho dessa artista que tem encontrado na pintura sua linguagem para a constituição de imagens que podem ser apreendidas tanto como imaginativas, oníricas e insólitas, quanto como realistas e cotidianas. 
Merrill Wagner na David Zwirner
34 E 69th St Manhattan
Set 15 - Out 22
Reunindo trabalhos de toda sua carreira em uma variedade de suportes convencionais e não convencionais - desde lona e papel até ardósia, pedra, aço e Plexiglas - a mostra oferece uma visão geral da abordagem abrangente de Merrill Wagner à abstração na pintura. É a primeira exposição da artista na galeria desde o anúncio de sua representação em 2021.
Thomas Ruff na David Zwirner
533 W 19th St Manhattan
Set 15 - Out 22
A mostra exibe novos trabalhos do fotógrafo alemão Thomas Ruff (1958). O título da série e da exposição, d.o.p.e., faz referência ao volume autobiográfico de Aldous Huxley, “As portas da percepção” (1954). Apresentando padrões fractais que o artista cria com um software especializado em estampas de tapetes industriais, as obras são a busca de Ruff pela expressão visual da beleza matemática e remetem a sua formação, quando adolescente, na Floresta Negra.
Diane Arbus na David Zwirner
537 W 20th St Manhattan
Set 14 - Out 22
David Zwirner e Fraenkel Gallery têm o prazer de anunciar Cataclysm: A 1972 Diane Arbus Retrospective Revisited. Organizada por ambas as galerias para comemorar o quinquagésimo aniversário da importante retrospectiva póstuma da artista em 1972 no MoMA, Cataclysm exibe todas as 113 fotografias da icônica exposição original, ressaltando a pungência subversiva da obra de Arbus ainda hoje, ao mesmo tempo em que destaca a agitação popular e crítica que a mostra provocou no passado.
Tiona Nekkia McClodden na David Zwirner
52 Walker St Manhattan
Jul 13 - Out 8
Em sua quarta exposição, Mask / Conceal / Carry, o espaço da galeria na 52 Walker St. apresenta o trabalho da artista Tiona Nekkia McClodden, radicada na Filadélfia. Ela apresenta novas pinturas, objetos feitos de materiais orgânicos e inorgânicos, e vídeos que, juntos, dão início às suas pesquisas sobre os limites da encarnação e do esforço, assim como seu interesse em gestos de ocultação.
Andro Wekua na Gladstone Gallery
130 E 64th St Manhattan
Set 14 - Out 22
Na exposição, o artista da Geórgia apresenta uma série de novas pinturas que seguem sua abordagem multimídia na articulação de representações da memória familiares, mas estranhas; específicas, mas ambíguas. Utilizando processos de sobreposição em camadas, serigrafia e colagem com óleos, carvão e lápis, Wekua constrói sobre muitas superfícies para trazer à tona narrativas complexas que combinam faces da história, geografia, fantasia e memória, em composições densas.
Jill Mulleady na Gladstone Gallery
530 W 21st St Manhattan
Set 15 - Out 22
Seleção de novas pinturas produzidas pela artista nascida em Montevidéu (Uruguai), em 1980, e radicada em Los Angeles. Segundo o texto da exposição, “algumas de suas telas retratam cenas com mulheres jovens em envolvimentos eroticamente tensos, às vezes com predadores fora da tela, ou então se pregando amorosamente umas nas outras. É nesta atração vampírica de predador e presa, e na combinação de interiores carregados psiquicamente com paisagens cinematográficas devastadas, que a pintora sugere outro tipo de arquitetura: um espaço perigosamente complexo de paredes em colapso ou em movimento, onde o limite que se separa por dentro e por fora está sempre a ponto de se dissolver”.
Do Ho Suh na Lehmann Maupin
501 W 24th St Manhattan
Set 8 - Out 29
Exposição de novos trabalhos do artista londrino Do Ho Suh. Trabalhando em várias mídias, incluindo escultura, desenho, fotografia e filme, Suh explora ideias sobre casa, memória, espaço psíquico e deslocamento. Na mostra, Suh expande sua exploração da política e da subjetividade da memória, conceito central em sua prática nos últimos 25 anos.
Barbara Kruger no MoMA
11 W 53rd St Manhattan
Jul 16 - Jan 2
A nova instalação de Barbara Kruger, intitulada Barbara Kruger: Thinking of You. I Mean Me. I Mean You, envelopou o átrio da família Donald e Catherine Marron transformando-o em uma obra provocativa e imersiva que traz elementos textuais, marca registrada de Kruger, em frases ousadas que enunciam ideias de verdade, poder, crença, dúvida e desejo. A instalação pode ser vista de diferentes perspectivas, já que os visitantes poderão tanto caminhar pela obra no segundo andar quanto observá-la de cima, do terceiro andar. 
At the Dawn of a New Age no Whitney Museum of American Art
99 Gansevoort St Manhattan
Mai 7 - Jan 4
Os artistas americanos saudaram o século XX com uma confiança juvenil no progresso e na inovação. Animados pelas mudanças tecnológicas que estavam revolucionando as comunicações e a engenharia, bem como as mudanças culturais, como o sufrágio feminino, os artistas abraçaram o novo em detrimento do tradicional e fixo. Não mais contentes em replicar a realidade, eles se voltaram para os estilos de vanguarda como forma de comunicar sua empolgação com uma época que o crítico Walter Lippmann caracterizou como “explosiva com novas ideias, novos planos e novas esperanças”.
Kapwani Kiwanga no New Museum
235 Bowery Manhattan
Jun 30 - Out 16
Durante a última década, Kapwani Kiwanga (1978, Hamilton, Canadá) criou instalações, esculturas, performances e filmes que consideram histórias marginalizadas, o uso do espaço como forma de poder e economias coloniais. A exposição “Off-grid” invoca tanto os holofotes policiais quanto "as leis da lanterna" da Nova York do século 18 (que exigiam que pessoas escravizadas com mais de 14 anos carregassem lanternas ou velas após o pôr do sol), seguindo na investigação do artista sobre arquiteturas disciplinares e regimes complexos de visibilidade.
Bárbara Wagner e Benjamin de Burca no New Museum
235 Bowery Manhattan
Jun 30 - Out 16
No terceiro andar do museu, a mostra "Five times Brasil" traz cinco projetos da dupla: “Faz que vai” (2015), com quatro bailarinos de frevo tensionando tradição e atualidade; “Estás vendo coisas” (2016), sobre a música brega em Recife; “Terremoto Santo” (2017), que enfoca jovens pregadores religiosos na zona rural de Pernambuco; “Swinguerra” (2019), sobre competições de dança na periferia do Recife; e uma nova obra, “Fala da Terra” (2022), sobre o Coletivo Banzeiros, grupo teatral de membros do MST. Os trabalhos demonstram como a cultura pode oferecer fontes de resistência e comunidade.
Robert Colescott no New Museum
235 Bowery Manhattan
Jun 30 - Out 9
As obras ousadas e ricamente apresentadas de Robert Colescott (1925-2009) atravessam a História da Arte com um olhar satírico sobre questões de raça, beleza e cultura americana. Muitas vezes à frente de seu tempo, Colescott explorou as formas pelas quais as identidades pessoais e culturais são construídas e decretadas na linguagem e na História da pintura. A mostra “Art and race matters: the career of Robert Colescott” é a celebração há muito esperada de Colescott como um dos artistas mais relevantes de seu tempo.
Eva Hesse no Guggenheim NY
1071 5th Ave Manhattan
Jul 8 - Out 16
A artista influente e experimental Eva Hesse (1936, Hamburgo, Alemanha - 1970, Nova York) buscou fazer objetos que não fossem pintura nem escultura, mas um híbrido muito particular. Esta exposição se concentra em torno de Expanded Expansion (1969), uma peça monumental da coleção Guggenheim exibida publicamente pela primeira vez em 35 anos, ao mesmo tempo em que oferece um vislumbre da prática e da abordagem da artista em relação à produção de arte. A grande peça é acompanhada por um grupo de pequenas obras experimentais, organizados de forma similar à mesa de trabalho da artista, revelando sua “mão” e manipulação visceral dos materiais.
Virgil Abloh no Brooklyn Museum
200 Eastern Pkwy Brooklyn
Jul 1 - Jan 19
Desde o início de sua carreira, o trabalho multidisciplinar do falecido artista visionário e designer Virgil Abloh (americano, 1980-2021) reformulou a forma como entendemos o papel da moda, arte, design e música na cultura contemporânea. Virgil Abloh: “Figures of Speech” , desenvolvido pelo Museum of Contemporary Art Chicago, é a primeira exposição de museu dedicada ao trabalho de Abloh, abrangendo duas décadas de prática do artista, incluindo colaborações com o artista Takashi Murakami, o músico Kanye West e o arquiteto Rem Koolhaas, entre outros; material de sua grife Off-White; e itens da Louis Vuitton, onde atuou como o primeiro diretor artístico de moda masculina negra.